Criar mesmo sem vontade: como música, renda extra e disciplina se cruzaram na minha vida
- Keila Abeid
- há 20 horas
- 3 min de leitura
Eu fico horas olhando pra tela do iPad, pensando no que escrever, quando na verdade o que eu queria mesmo era me sentir mais criativa.
Já culpei o Instagram (e ainda culpo), já culpei a mudança de cidade, a rotina, o cansaço.
Mas talvez o que esteja faltando não seja inspiração — e sim disciplina para criar, mesmo quando o que sai não parece grande coisa.
Foi assim que eu sempre criei música
Eu compunha desse jeito. E falo no passado porque, desde o ano passado, praticamente não compus mais nada.
Mas foi exatamente assim que nasceu a canção Deixa Livre:
sentada ao piano, tocando acordes aleatórios, pensando em um assunto, experimentando sons e palavras… até a música aparecer.
É uma canção que me dá muito orgulho de ter gravado, porque ela representa esse lugar de criação sem pressão.
👉 Você pode ouvir Deixa Livre aqui:
Quando a renda extra entrou em cena
No ano passado, eu parei quase tudo para me dedicar a estudar renda extra como afiliada — e, depois, a ensinar outras pessoas a fazerem o mesmo.
Isso coincidiu com uma grande mudança de vida:
mudei de casa, de hábitos, entrei totalmente no modo “vida real”.
Vida de quem compra potes, lava louça, salva dicas no Pinterest sobre pano de prato limpinho 😅.
Entre uma aula de canto e outra, comecei a vender utilidades domésticas pela Shopee.
Até que percebi: aquilo realmente gerava dinheiro.
Postei um vídeo no YouTube contando o processo… e bum.
Um monte de gente, de todas as idades, vivendo exatamente a mesma jornada e querendo aprender.
O nascimento do CPA
Foi assim que criei o CPA — Clareza, Planejamento e Ação.
Ele ainda está em formação:
gravo aulas semanalmente, os alunos trazem dúvidas reais, eu respondo, ajusto, ensino e a gente vende pelas plataformas.
O CPA não nasceu como um “curso perfeito”.
Ele nasceu como um método prático para organizar o caos e transformar esforço em renda real.
👉 Se quiser conhecer o CPA, é só acessar aqui:.
Mostrar todas as minhas faces (sem pedir desculpa)
Mas onde tudo isso bagunçou minha vida?
Mostrar nas redes todas as nossas faces não é simples — principalmente quando a gente trabalha com todas elas.
Às vezes, parece que meu subconsciente invalida um lado sempre que exponho o outro.
É por isso que este blog (e a newsletter) existem.
Aqui eu quero compartilhar, sem encaixar em caixinhas, o processo de:
ser cantora
tentar me formar economista
ensinar renda extra
e continuar sendo gente no meio disso tudo
Ganhar dinheiro sendo artista — ou sendo qualquer coisa — também é uma habilidade que se desenvolve.
Um momento de validação
🕯️ Enquanto escrevo, vou me validando um pouco mais.
Equilibrar tudo isso é uma arte.
E talvez aceitar isso já seja parte do processo.
Uma confissão sincera
🤫 Há cerca de um ano, perdi de forma expressiva a vontade de cantar e até de ouvir música.
Estou tentando entender o que aconteceu para voltar a fazer isso com prazer — e não como obrigação.
Como parte dessa retomada, estou montando uma playlist com músicas que vêm me inspirando nesse momento.
🎧 Playlist no Spotify:
Um exercício de presença
🎬 Também me propus um desafio: assistir algo longo sem olhar o celular.
Dividi em três partes, uma para cada filme da trilogia O Poderoso Chefão.
Clássicos ajudam.
E, sim, considero obrigatoriedade cultural 😌.
📌 Grupo para trocar ideias e acompanhar esse processo:



Comentários