Você é contra ou a favor do carão? 🎭🎤
- Keila Abeid
- 28 de jul. de 2025
- 2 min de leitura
Tem muita gente que é contra o famoso carão… sabe? Caras e bocas enquanto se está cantando. Do mesmo jeito que tem gente que usa e abusa (e às vezes abusa real).
Tudo tem um contexto.
O carão — ou a expressividade excessiva — não tapa buraco quando a musicalidade e a técnica não são trabalhadas. E é por isso que muita gente torce o nariz. Rola até uma vergonhinha alheia quando o artista não se prepara tecnicamente e chega na hora do play cheio de conteúdo gestual.
“Poxa Keila, mas você falou essa semana que cantar sem sentimento não vale…”
E não vale mesmo.
Por isso é que a gente se prepara: pra ter ferramentas que nos permitam expressar todo o nosso sentimento, toda a nossa interpretação. É isso que nos dá liberdade vocal e artística.
E é aí que a gente dosa o carão!
Pensa comigo: sua voz é você, e você é sua voz. Seu gestual, suas expressões, são parte disso. Fazem parte do conjunto da obra. Quando você canta, pode (e deve!) se expressar com seus gestos, suas caras e bocas — se isso já faz parte do seu jeito de ser.
É muito mais fácil começar por aí quando a gente pensa em interpretação. Não precisa, de início, criar algo que não tem nada a ver com você. Mas pode — e deve — usar tudo aquilo que tem.
Se você se expressa com o olhar, com as mãos… por que não trazer isso pra sua canção?
Isso também se desenvolve com autoconhecimento: se observando, se explorando, estando atenta ao presente… se olhando no espelho, literalmente.
Então sim! O carão serve, sim!
Se ele faz parte de você… bora usar!
E aí? Você é contra ou a favor do carão?
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